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Do Mundial 2026 ao Mundial 2030 · A crónica dos adeptos

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Tema · O Contrato

O contrato, ao pormenor

6 momentos

A 10 de julho de 2026 a Federação Portuguesa de Futebol confirmou Jorge Jesus como selecionador nacional, com um vínculo de quatro anos que aponta directamente ao Mundial 2030 — a prova que Portugal vai co-organizar.

Os termos vieram a público quase ao mesmo tempo que o nome. Pedro Proença ofereceu ao treinador exactamente o mesmo vencimento que a FPF pagava a Roberto Martínez — quatro milhões de euros, segundo o Diário de Notícias —, e mais meio milhão de euros para montar a equipa técnica, tal como acontecia com o antecessor. Do Al Nassr vieram João de Deus, Fábio Jesus e Tiago Oliveira; Márcio Sampaio e Ricardo Silva ficaram com a preparação física, e Nélson Pereira juntou-se a Ricardo nos guarda-redes.

Nem todos os convites foram aceites: na véspera da oficialização soube-se que Pepe tinha declinado integrar a equipa técnica. É a secção onde ficam os números e os nomes — as coisas verificáveis, por oposição às declarações —, incluindo o currículo que a Federação foi buscar: 16 equipas, três campeonatos pelo Benfica, o Brasileirão e a Libertadores pelo Flamengo e um título saudita pelo Al Nassr.

Os momentos

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